Categoria "Desabafos"

Resenha: trilogia Cinquenta tons de cinza

Em 18.02.2015   Arquivado em Desabafos, Dicas, Livros, Resenha

Cinquenta tons de cinza

Vocês acreditam que só depois que fiz o post com três indicações de filmes que estreiam em Fevereiro (incluindo Cinquenta tons de cinza) foi que eu reparei que não cheguei a postar resenha sobre os livros aqui no blog? Foi puro esquecimento mesmo e acabei de achar as fotos que tirei para ilustrar o post em uma pasta esquecida do meu desktop :( .

Sinopse Cinquenta tons de cinza

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja – mas em seu próprios termos

Sinopse Cinquenta tons mais escuros

Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele põe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresário e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propõe um novo acordo, ela não consegue resistir. Em pouco tempo, Ana descobre mais sobre o angustiante passado de seu amargurado e dominador parceiro do que jamais imaginou ser possível. Enquanto Christian tenta se livrar de seus demônios interiores, Ana se vê diante da decisão mais importante da sua vida.

Sinopse Cinquenta tons de liberdade

Quando a ingênua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exige um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concorda. Agora, Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar do que o atormentava no passado. Quando parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, a malícia, o infortúnio e o destino conspiram para transformar os piores medos de Ana em realidade.

Cinquenta tons de cinza

Como cheguei a desabafar no post das indicações dos filmes, não pretendo assistir ao filme e não é pelo tema erótico e nada do tipo (afinal de contas estamos no século 21)… simplesmente não quero assistir pois li os livros praticamente obrigada. A história até que poderia ter sido boa se não fosse o típico drama americano com o combo de menina desleixada e que ninguém presta atenção + o homem mais rico e bonito se apaixonar por ela + a vida dela mudar e conseguir tudo o que sonhou só por estar com ele + continuar dramatizando por pouca coisa mesmo após conseguir tudo o que sempre quis, além, é claro, da questão de ser submissa e eu odiar pensar nos significados dessa palavra em qualquer sentido.

A autora, na minha opinião, conseguiu fazer um livro repetitivo e muito cansativo, tanto é que no segundo livro eu simplesmente pulava algumas páginas pois lia por cima e já sabia que ela repetiria todas as mesmas falas das cenas de sexo do primeiro livro. Se alguém gosta de ler textos repetitivos tudo bem, mas todas as vezes que parava para ler me sentia em um looping eterno ou um Déjà vu sem fim.

Uma coisa que me irritou também foi ver muitas mulheres dizendo que precisam de um Christian Grey em suas vidas e sinceramente não sei se elas pararam para pensar no que isso quer dizer, afinal de contas eu não gostaria de namorar um cara egoísta, metódico, controlador, sadomasoquista e que acha que pode me comprar só porque é milionário. No começo eu pensei que a Anastasia Steele não teria seus pensamentos e ideais corrompidos pelo dinheiro, mas é óbvio que ela foi fraca e a autora ainda deixou bem claro que ela suportou tudo porque o amava demais. Fala sério!

Enfim, não estou aqui para julgar quem gosta ou não de um livro ou filme, afinal de contas o melhor da vida é que não somos iguais e todos nós temos gostos e pensamentos diferentes, inclusive se você curtiu a trilogia e o filme por favor me fale nos comentários, pois quero saber a opinião de cada um sobre o assunto ;) .

Beijos, Gabi

Onde está o meu tempo?

Em 19.09.2014   Arquivado em Desabafos, Faculdade

Blog

Tenho me feito esta pergunta constantemente nos últimos tempos. Sabe quando você tem milhões de ideias borbulhando na sua cabeça e não consegue cumprir 10% delas? Sabe quando você tem vontade de conhecer lugares novos, tirar fotos em cenários lindos e se programa toda para tentar fazer um pouco de cada coisa e nunca consegue? Pois é, essa é a minha vida, esse é o meu clube.

É estranho, mas parece que quanto mais queremos e exigimos de nós mesmos, menos conseguimos fazer para saciar todos os nossos desejos. É como se Deus te dissesse: ei, apenas eu sou onipresente e onipotente, ok? Então fique calma e respire fundo.

Um dos fatores que mais bloqueiam o meu tempo é a faculdade. Quem nunca perdeu finais de semana, dias e horas preciosas fazendo trabalhos ou estudando? Eu sempre fui muito responsável com esta parte, já que meus pais me ensinaram desde pequena que primeiro vem o dever e depois o prazer. Apesar de saber de tudo isto e dos fatores que acarretam minha falta de tempo, eu ainda assim me cobro o tempo todo.

Eu queria mesmo era ter controle sobre o tempo para conseguir fazer tudo sem pressa. Poder me dedicar a escrever no meu blog que tanto amo, mas que infelizmente não posso – ainda – transformar em algo rentável, já que não tenho tempo para me dedicar da forma que ele merece. Poder dormir sem ter hora para acordar e saber que mesmo assim ainda terei tempo de sobra para meus outros Hobbies…ah, que sonho!

Todos os dias eu levanto e penso: em um ano e meio tudo vai mudar para a melhor e vou poder aproveitar e me dedicar a tudo que adoro, basta acreditar e me dedicar… um ano e meio passa tão rápido!

Por isso eu peço a paciência e compreensão de vocês referente a atualização do blog…juro que sempre que puder eu volto e trago posts bacanas para vocês <3

Vocês vem junto comigo? :)

Do brasileiro hipócrita ao torcedor fanático

Em 26.06.2014   Arquivado em Coisas da vida, Desabafos, Quem sabe

meu animal favorito: cachorro

Fonte da imagem: Fala Rondônia

Já faz um tempo que quero escrever aqui no blog sobre a Copa do mundo de 2014, mas não sabia bem como começar a expressar minhas ideias. Bem, ainda não sei como será o texto, mas nada melhor do que começar e deixar as ideias fluírem, certo?

Eu poderia ter escrito esse texto no dia 12 de Junho (o dia da abertura da copa e primeiro jogo do Brasil), mas gente…antes de ser a abertura da copa, era o dia do meu aniversário e dia dos namorados, imagina só o sufoco para arrumar tudo? Não deu nem pra pensar nas palavras certas, kkkkk. :3

Pois bem, voltando para a história da copa…

Que o povo brasileiro é doido, isso a gente já sabe. Acho até que – quase – todo cidadão que nasceu aqui pode ser chamado de Gabriela Gouveia (indecisa, que em um dia gosta e no outro dia odeia algo, rs). Eu nasci em uma família onde desde pequena aprendi que Copa do Mundo é sinônimo de família/amigos torcendo juntos, vestidos de verde e amarelo, gritando e tocando corneta. Eu lembro que desde sempre ficava esperando a próxima copa para torcer pelo Brasil…gente, olha a contradição: eu não gosto de futebol, sou Corinthiana e nem sei se meu time está perdendo ou ganhando, e muito menos qual o nome dos jogadores que jogam pelo Corinthians (eu sei, sou uma torcedora de merda mesmo, mas eu não ligo, ;) ).

Daí que com a onda de protestos que começaram no ano passado (e que eu achei lindo, apesar das pessoas sem noção que partiram para a violência), muitas pessoas misturaram a copa do mundo com a desigualdade e toda a porcaria que esse país nos tem a oferecer. Muitos disseram que o dinheiro dos estádios tinham que ser investidos em saúde, educação e segurança, o que é MAIS do que necessário, vamos combinar. Eu que moro em São Paulo nem gosto de sair de casa por medo, e quando saio vou para o shopping ou em um restaurante super rápido, com medo de ser assaltada. Nós brasileiros (que não desistimos nunca) nos unimos e pensamos em um único ideal: fazer mais protestos e ir contra a copa. Eu não vou negar que no começo eu também era a favor desta ideia, mas depois que li várias matérias de jornalistas que não são comprados, abri minha mente. Gente, é só parar para pensar um pouquinho: vocês acham mesmo que o dinheiro investido em estádios realmente iria para saúde, educação e segurança? É CLARO QUE NÃO! Esse dinheiro todo iria para o bolso de algum político filho da puta (desculpe a expressão) ou algum policial corrupto. As pessoas que estão morrendo ou por conta da falta de um atendimento digno, ou por uma bala perdida ou por “N” motivos, vão continuar morrendo. Sabe por quê? Porque as pessoas que nós elegemos não estão nem ai para a gente. Simples assim.

É claro que eu concordo que o nosso país não tem estrutura nenhuma para receber eventos deste porte (tanto pela infraestrutura quanto pelos recursos), mas já que a merda está feita, que seja feita de uma forma bonita e que possa ser lembrada com orgulho por nós e pelos gringos que estão nos vendo tanto aqui quando na televisão. Quer dizer, vou tomar como exemplo aquela abertura ridiculamente ridícula que foi apresentada no dia doze de junho. Gente. O que foi aquilo? Foi de dar vergonha! Nós temos o Carnaval, temos Parintins, temos tantas festas e culturas lindas misturadas no nosso Brasil, e me contratam uma belga que tem uma visão completamente vaga sobre a nossa cultura para fazer AQUILO? Cadê o ziriguidum que estamos acostumados por aqui?

Enfim, o que eu quero dizer de tudo isto é que o povo brasileiro precisa agir de acordo com os seus pensamentos, e não com o que a mídia impõe. Não é tão difícil assim saber de tudo isto, basta parar e pensar um pouco. É preciso que as pessoas parem de se achar superiores escrevendo no twitter ou no facebook coisas bonitas e dizendo ser contra a copa, para depois torcer igual um louco como – sempre – fizemos durante a copa. Vamos torcer porque SIM, porque amamos futebol (pelo menos eu amo uma vez a cada quatro anos, hahaha).

Por um mundo com menos gente fingida, que não age de acordo com as ideias que demonstram ter o.u .

Qual a opinião de vocês sobre esse tema?
Beijos, Gabi.

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